HISTÓRIA DO PENSAMENTO ECONÓMICO: Escola Mercantilísta
O mercantilismo surgiu entre a idade media e o período do triufo do laissez-faire, entre 1500 e 1776. A autossuficiência da comunidade feudal abriu lentamente espaço para o novo sistema de capitalismo comercial.
- O uso da moeda era ampliado
- Grandes descobertas geográficas, com base, no desenvolvimento da navegação, estavam ampliando a esfera de comércio.
- Os capitalistas mercadores estavam se tornando figuras-chave no mundo dos negócios.
- Surgiam os estados nacionais, e os mais poderosos deles estavam conquistando colônias e esferas de influência.
- Promoção do nacionalismo, justificando uma política de expansão econômica e militar.
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ESCOLAS DO PENSAMENTO ECONÓMICO: Escola fisiocrática
ESCOLA FISIOCRÁTICA
Os
fisiocratas surgiram na frança datada em 1756, quando Quesnay publicou sobre
economia na Grande Encyclopédie. E
terminou em 1776 quando Turgot perdeu seu alto posto e Smith publicou seu Wealth of nations.
VISÃO GERAL DOS FISIOCRATAS
A
fisiocracia foi uma reação ao mercantilismo e as características feudais no
antigo regime na França. No mercantilismo não se permitia experimentos,
melhoria dos métodos de produção ou alteração das preferências do consumidor.
Um governo corrupto e extravagante tornou impossível a imposição equitativa
dessas regras. O crescimento do comércio e a concorrência cada vez maior
tornaram essas regras desnecessárias. A indústria francesa foi retardada em seu
desenvolvimento. Foi por intermédio dessa sociedade corrupta e decadente que as
ideias fisiocráticas surgiram como uma brisa fresca.
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HISTÓRIA DO PENSAMENTO ECONÓMICO: Escola clássica
Precursores
A escola clássica
começou em 1776, quando Adam Smith publicou seu trabalho A riqueza das
nações, e teve fim em 1871, quando W. Stanley Jevons, Carl Menger e Leon
Walras publicaram, independentemente, trabalhos expondo as teorias
neoclássicas.
Visão geral
Duas
"revoluções", uma relativamente madura e a outra apenas no inicio,
foram especialmente significativas para o pensamento econômico clássico.
A revolução cientifica. Em 1687:
O impacto de Newton pode
ser percebido nas ideias da escola clássica. De acordo com os Clássicos, as instituições
feudais remanescentes e os controles restritivos do mercantilismo não Eram mais
necessários. Para eles, a ciência newtoniana fez surgir uma natureza tão
verdadeira quanto à vontade de Deus, anteriormente. Se a vontade divina tivesse
criado um mecanismo que funcionasse harmoniosa e automaticamente sem interferência,
o laissez-faire seria a forma mais alta de sabedoria nas questões
sociais. As leis naturais guiariam o sistema econômico e as ações das pessoas.
A Revolução
Industrial. Em
1776, a Revolução Industrial estava apenas começando, mas se intensificou
durante o period° em que os economistas clássicos mais recentes escreveram. Eles
estavam cientes do crescimento substancial da manufatura, do comercio e das
invenções, alem da divisão do trabalho. Muitas práticas mercantilistas estavam
acabando com o surgimento da atividade comercial que se espalhava em todas as
direções.
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PLANIFICAÇÃO DA EDUCAÇÃO: etapas, características, vantagens e limitações
1. Etapas fundamentas do processo de planificação da educação
O processo de planificação da educação apresenta os
seguintes etapas:
1.1. A pré-planificação
A única condição essencial para o seu funcionamento é a
criação dum banco de dados estáticos. Nesta etapa desenvolvem-se as seguintes
actividades:
- Organização da unidade de planificação;
- Formação do pessoal técnico e criação de linhas de comunicação com outras constituições;
- Criação
dum banco de dados estatísticos com actualização permanente.
Um bom diagnostico toma em consideração para além dos
aspectos de hoje algumas tendências futuras que são de uma importância crítica.
Nesta etapa a necessidade centra-se basicamente em:
- Decidir sobre a estrutura e princípios do diagnóstico do sistema educativo;
- Efectuar o diagnósticos assinalar as vias e identificar as causas principais dos resultados positivos e negativos;
- Extrapoiar as tendências de importância ou estratégias de crítica e precisar suas consequências.
Deve empreender uma serie de actividades que são tidas como
próprias da sua profissão que consistem em preparar um documento volumoso que
ostentando um selo oficial testemunha da sua aprovação é conhecido como sendo o
plano nacional do desenvolvimento da educação.
Tem-se nos seguintes aspectos:
- Lançamento de um largo debate sobre as conclusões do diagnostico;
- Identificação dos objectivos, as propriedades e as estratégias de acção;
- Proposta dum projecto do plano da educação;
- Verificação das consequências em termos de custos, a aceitabilidade da ponto de vista político e proceder revisão se necessário
- Obtenção da política do plano e do orçamento.
1.4. A elaboração do
plano
Esta etapa situa-se ao nível de duas dimensões
correlacionadas que são: a regionalização
e a microplanificação tem como base a
subdivisão dos conjuntos das metas e dos recursos previstos no plano nacional.
É nesta fase de elaboração do plano onde se deve:
- Traduzir o plano em grandes programas
- Preparar projectos específicos;
- Elaborar os subprojectos regionais;
- Micro-planificação.
1.5. A avaliação,
revisão e replanificação
A replanificaçao é a uma apuração continua que acompanha a
execução do plano.
Na avaliação, revisão e replanificação é importante:
- Efetuar a avaliação final;
- Procurar a explicação dos desvios e procurar explicação das causas;
- Rever os objectivos do plano ou as estratégias da acção.
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Teorias novas de administração e sua aplicação nas instituições de infância
A administração em Maximiano (2000), é tida como o processo
de tomar e colocar em prática decisões sobre objectivos e utilização de
recursos.
A instituição é
um grupo social conduzido por regras, para atingir determinados objectivos.
A teoria clássica da administração foi idealizada por henry
Fayol. Caracteriza-se pela enfase na estrutura organizacional, pela visão do
homem económico e pela busca da máxima eficiência.
Fayol identificou catorze princípios que devem ser seguidos
para que a administração seja eficaz:
1) Divisão
do trabalho
2) Autoridade
e responsabilidade;
3) Disciplina;
4) Unidade
de comando;
5) Unidade
de direção;
6) Subordinação;
7) Remuneração
do pessoal;
8) Centralização;
9) Hierarquização;
10) Ordem;
11) Equidade;
12) Estabilidade
do pessoal:
13) Iniciativa;
14) Espirito
de equipa.
Teoria das relações humanas (enfase nas pessoas e a influencia
do factor psicológico na
produtividade)
As relações humanas são as
acções e atitudes desenvolvidas pelos contactos entre pessoas e grupos e é a
sua compreensão que permite ao administrador melhorar os resultados de seus
subordinados e a criação de um ambiente onde cada individuo é encorajado e
exprime-se livre e sadiamente.
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Semelhança e diferença entre as organizações formais e informais
Semelhanças
A semelhança reside no facto todas as organizações (tanto formais
como informais) constituírem grupos sociais, culminando deste modo, com a ideia
de que todas são organizações sociais; são independentes ao influenciarem-se
mutuamente; incluem dimensões estruturais, normas e padrões comportamentais;
ambas desempenham igualmente papeis importantes na dinâmica organizacional.
Diferenças
As diferenças assentam-se nas
características principais dos dois tipos de organização.
As organizações formais são criadas
propositadamente com fins determinas, a vida útil delas é mais longa do que à
dos seus actores, não interessando quando e quem entra; regem-se por estatutos
e regulamentos próprios; providenciam recursos de informação acerca dos êxitos
e produzem dispositivos de controlo para prevenir lapsos humanos normais. Enquanto
que as organizações informais, constituem-se desordenadamente e, são
mal estruturadas e normalmente crescem espontaneamente; seus membros incorporam-se
tanto de forma consciente ou inconsciente, não sendo fácil determinar o momento
exacto em que alguém se torna membro; não são oficialmente reconhecidas, sendo
por isso, difícil identifica-las; a natureza das relações entre os membros
destas organizações e os objectivos não estão especificados.
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Organização e Tipos de organizações
1. Surgimento
Uma organização surge quando um
grupo de pessoas se reúne para alcançar uma determinada intenção, cuja intenção
se cria numa base consensual. Assim, determinam-se as tarefas e estas são
confiadas às pessoas.
São varias as razoes que contribuem para o surgimento das
organizações, a destacar: razões sociais,
razões materiais e efeitos de sinergia.
2. Propósitos da organização
Genericamente, uma organização
tem como propósitos a produção de bens e prestação de serviços com vista a
satisfação das necessidades individuais e da sociedade.
3.Características das organizações modernas
As organizações vêm sendo
marcadas por profundas transformações provenientes da introdução de novas
tecnologias em todos os sectores produtivos. As diferentes actividades de
controlo deixaram de ser o centro do processo organizacional, cedendo espaço
para a flexibilidade, delegação de poderes e descentralização de decisões.
Nota-se ainda nas organizações modernas, uma crescente
preocupação de caracter político social que envolve assistência medida e
social, defesa de grupos minoritários, controlo da poluição, proteção ao
consumidor e respeito ao meio ambiente.
4. Tipos de organizações
4.1. Organizações sociais
No conceito de organização social é amplo, e
possibilita vários tipos de análise, que vão desse a interpretação do
funcionamento das organizações ao entendimento e modelos de instituições muito
diferentes, tais como: igrejas e partidos políticos.
A estrutura social mais elementar é o grupo, que compreende apenas um determinado número de indivíduos
que desempenham papeis sociais.
Desde que o os grupos se tornem mais numerosos, eles também
acabam ficando anda mais formais e impessoais. Por
consequência, os padrões apresentam-se cada vez mais detalhados, e
meticulosamente declarados, de forma que os indivíduos possam compreender o que
é esperado deles.
As organizações formais evidenciam a sociedade contemporânea
na qual tudo deve ser registado e escrito
com frequência. Estas organizações estimulam a constituição de padrões
informais que, frequentemente, adquirem mais importância do que os padrões
formais.
As organizações informais
referem-se às organizações existentes dentro das organizações formais. A
maioria dos autores considera que as organizações informais independentes não têm as características necessárias para
serem consideradas como organizações. São exemplos de organizações informais: grupos de trabalhadores,
assaltantes à mão-armada, grupos de pressão (manifestantes), entre outros.
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Pesquisa educacional
A Pesquisa em Educação é entendida como momento académico de
apresentação das possibilidades epistemológicas, metodológicas e técnico-instrumentais
da pesquisa, unidades constituintes da acção investigativa que trazem a
identidade do processo de conhecimento do real.
A pesquisa educacional, ao
longo do último meio século, parece ter elegido a abordagem qualitativa como
opção preferencial para seus vários domínios segundo afirmam os autores
(Gouveia, 1976, Gatti, 1983, 1987, 2004; Ludke, 1988; Alves-Mazzotti, 2001;
André, 2003).
Na sua tipologia, a
pesquisa etnográfica e o estudo de caso vêm ganhando crescente aceitação na
área de educação, devido principalmente ao seu potencial para estudar as
questões relacionadas à escola.
- A abordagem etnográfica permite a combinação de técnicas como, por exemplo: a observação, a entrevista, a história de vida, a análise de documentos, vídeos, fotos, testes psicológicos, dentre outros.
- O estudo de caso preocupa-se em retratar a complexidade de uma situação particular, focalizando o problema em seu aspecto total. O pesquisador usa uma variedade de fontes para colecta de dados que são colhidos em vários momentos da pesquisa e em situações diversas, com diferentes tipos de sujeito.
O pesquisador educacional, usando a pesquisa qualitativa
pauta seus estudos na interpretação do mundo real, preocupando-se com o
carácter hermenêutico na tarefa de pesquisar sobre a experiência vivida dos
seres humanos. Este apoia-se com as seguintes técnicas de colecta de dados: entrevista, observação directa, questionário,
análise documental, grupos focais.
Do suposto acima, conclui-se que a pesquisa educacional usa
o método qualitativo, este coloca o pesquisador em contacto directo e constante
com o quotidiano dos sujeitos investigados. Os investigadores que tomam o ambiente
de educação como objecto de pesquisa, devem entender que nesse lugar o processo
das relações humanas é dinâmico, interactivo e interpretativo, devem construir
seu arcabouço metodológico alicerçado pelas técnicas qualitativas.
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Relação dos gestores com a comunidade
O gestor é o individuo que
pertence a uma organização confiado para levar a organização a atingir os
objectivos de forma eficaz e eficiente. A palavra gestão provém do verbo latino gero,
gessi, gestum, gerere, cujo
significado é executar, exercer e gerar.
No campo educacional e
considerando a sua origem, a gestão seria a geração de um novo modo de
administrar uma organização. O foco da gestão escolar é a relação que é
desenvolvida dentro dos limites da escola e do seu entorno comunitário.
A efectiva gestão escolar
implica a criação de ambiente participativo, independente da tendência
burocrática e centralizadora ainda vigente na cultura organizacional escolar do
sistema de ensino. Percebe-se que os pais devem ser estimulados a ir sempre
para dentro da escola, onde deve ser feito um trabalho de conscientização com
os pais para que eles entendam o trabalho da escola e colaborem para uma
formação conjunta do aluno.
Em Moçambique, o Ministério
da Educação institucionalizou o Conselho de Escola com o objectivo de envolver
a população na resolução dos problemas escolares surgidos, em parte, devido à
massificação do ensino.
As actividades do Conselho de
Escola podem contribuir para a melhoria da qualidade do Ensino através do
envolvimento dos pais nas actividades da escola, maior participação dos pais na
assistência as aulas, aumento do apoio moral aos professores e melhoria das
condições de trabalho dos professores.
O papel do gestor da escola
As funções do gestor escolar
encontram-se intimamente ligadas à organização e gestão da escola. O processo
de organização escolar dispõe, portanto, de funções, propriedades comuns ao
sistema organizacional de uma instituição.
Do suposto acima, pode-se
concluir que a função do gestor escolar se reveste de uma das mais importantes
actividades no campo da educação e na construção com crescimento e
desenvolvimento dessa sociedade.
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Os desafios da educação no século XXI
A educação como um elemento
indissociável do ser humano, é o grande
alimento para que o homem possa obter o
plano de desenvolvimento de suas faculdades físicas, mentais e intelectuais.
Ela assegura ao individuo, liberdade e autonomia, dando-lhe ferramentas
indispensáveis para a realização de seus objectivos.
Com a globalização, os
Governos são obrigados a repensar no sistema da educação (no seu todo),
repensar em novas estratégias de ensino.
Neste sentido, a construção
da identidade profissional se desenvolve na confluência entre momentos de
formação e momentos de prática profissional, situados na dinâmica de um
projecto onde o professor, enquanto sujeito da própria formação, constrói seus
saberes ancorados na superação da fragmentação do conhecimento, favorecendo a
visão e o trabalho compartilhado no contexto educacional.
Hoje, um computador na mão de
um estudante é um meio didático inevitável para a sua aprendizagem.
A escola é sempre pensada
como instrumento de transformação da sociedade e do seu desenvolvimento que,
por sua vez, desafiam-na a transformar-se. O desenvolvimento rural necessita
duma escola durável e bem apetrechada, de um ensino igualmente de qualidade e
de um professor com vocação.
Disto conclui-se que a educação
no século XXI tem como desafio o desenvolvimento global do ser humano para que
o mesmo aprenda a conhecer e se beneficie ao máximo das oportunidades
oferecidas; aprenda a fazer por meio de uma prática profissional fundamentada
na ética; aprenda a viver junto respeitando diferenças e trabalhando em
projectos comuns, e por fim aprenda a ser, desenvolvendo a autonomia e também
entendendo seu papel como agente transformador do mundo actual.
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