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Teorias novas de administração e sua aplicação nas instituições de infância


A administração em Maximiano (2000), é tida como o processo de tomar e colocar em prática decisões sobre objectivos e utilização de recursos.
A instituição é um grupo social conduzido por regras, para atingir determinados objectivos.
A teoria clássica da administração foi idealizada por henry Fayol. Caracteriza-se pela enfase na estrutura organizacional, pela visão do homem económico e pela busca da máxima eficiência.
Fayol identificou catorze princípios que devem ser seguidos para que a administração seja eficaz:
1)      Divisão do trabalho
2)      Autoridade e responsabilidade;
3)      Disciplina;
4)      Unidade de comando;
5)      Unidade de direção;
6)      Subordinação;
7)      Remuneração do pessoal;
8)      Centralização;
9)      Hierarquização;
10)  Ordem;
11)  Equidade;
12)  Estabilidade do pessoal:
13)  Iniciativa;
14)  Espirito de equipa.

Teoria das relações humanas (enfase nas pessoas e a influencia do factor psicológico na produtividade)

As relações humanas são as acções e atitudes desenvolvidas pelos contactos entre pessoas e grupos e é a sua compreensão que permite ao administrador melhorar os resultados de seus subordinados e a criação de um ambiente onde cada individuo é encorajado e exprime-se livre e sadiamente.

Esta teoria surgiu com os estudos realizados por Elton Mayo e seus colaboradores em uma hawthorne, Illionos.

Teoria comportamental da organização

A ideia principal desta teoria é o comportamento individual das pessoas e a motivação humana.
De acordo com Chiavenato, para explicar o comportamento organizacional, a teoria comportamental fundamenta-se no comportamento individual das pessoas, o qual, por sua vez, remete ao estudo da motivação humana. A motivação humana é, portanto, um dos temas fundamentais desta teoria.

Os behavioristas afirmam que o administrador deve utilizar a motivação humana como ferramenta para melhorar o ambiente organizacional e permitir o funcionamento adequado da empresa.

Teoria contingencial  

Chiavenato (1983) afirma que a abordagem contingencial salienta que não se atinge a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única que seja a melhor para organizar no sentido de se alcançar objectivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente de trabalho.
A teoria contingencial aproveita o conhecimento de diversas teorias e as suas contribuições.

 Aplicação das teorias novas nas instituições de infância

Nas instituições de infância podem ser aplicadas as teorias novas de administração, na medida em que ela segue uma estrutura de organização. Sendo que, a institucionalização ocorre sempre que há uma tipificação reciproca de acções habituais por tipo de actores, na qual essas tipificações são partilhados por todos os membros na instituição.
A infância pode ser considerada instituição, uma vez que ela produziu e ainda produz efeitos ño modo de organização de uma sociedade. E por possuir actores, nesse caso as crianças, que reproduzem na esfera humana uma organização.

Referências:


MAXIMIANO, António César Amaru. Teoria Geral da Administração. 2.ª ed., São Paulo: Atlas, 2000.

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