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PLANO DE FLUXO DE CAIXA

Introdução
Em breves considerações dizer que o presente trabalha intitulado “Fluxos de Caixa” tem finalidade de nos capacitar.
Intende-se por Fluxo de caixa, todo aquele plano que mostra no empresário quanto dinheiro entra e quanto sai.
Um plano de fluxo de caixa inclui as despesas que não envolvem o fluxo imediato de dinheiro embora estas sejam incluídas no mapa do resultado. 

O PAPEL DA MULHER, FAM­ÍLIA E GÉNERO NA MANUTENÇÃO DE PAZ

1. Introdução
O papel da mulher, família e género na manutenção da paz é um processo imprescindível, a questão do género nas forças militares e policiais, em missões de paz, concluiu-se que a participação das mulheres no processo de paz é necessária porquanto: as mulheres tendem a entender melhor e ser mais sensíveis às necessidades da população local feminina, em que estão a decorrer as operações, assim como, as mulheres da comunidade em processo de construção de paz se sentem mais à vontade para comunicar com outra mulher (do que com um homem); mulheres e meninas que tenham sido vítimas de abusos sexuais, mais facilmente relatam essa situação a outra mulher; as mulheres (militares e policias) tendem a ser mais convincentes em combate; por razões de segurança, é mais fácil serem mulheres militares a procurar as mulheres locais; a presença de mulheres tem-se revelado muito positiva na prevenção de cometimento de crimes sexuais a mulheres e crianças locais, por parte de militares (homens).

2. O PAPEL DA MULHER, FAM­ÍLIA E GÉNERO NA MANUTENÇÃO DE PAZ
2.1. O papel da Mulher e da Fam­ília 
Até há bem pouco tempo, os assuntos relacionados com as questões das Mulheres e da Paz não eram temas prioritários. Não eram assuntos que demorassem as discussões da política Internacional, permitindo que durante as últimas dezenas de anos fossem cometidas atrocidades contra as Mulheres, sem que sequer disso se desse conta na Comunidade Internacional.
Foi com a Comissão das Nações Unidas para o Estatuto das mulheres (CSW – comission of statuts for women), em 1947, que esta questão entrou para a agenda de discussão. Mas a luta pela inclusão do tema dos direitos das mulheres nas políticas internacionais tem contado com uma série de entraves e barreiras. Assim, só em 1975, na Conferência das Nações Unidas sobre as Mulheres, que ocorreu no México, se concluiu, pela primeira vez que nos contextos de conflitos armados, mulheres e crianças eram as mais atingidas, e as que de mais protecção necessitavam. Ainda nessa Conferência, ficou patente a importância de incluir as Mulheres nos processos de paz. Entre 1975 e 1985, os temas referentes às mulheres, igualdade, desenvolvimento e paz estiveram sempre em cima da mesa, servindo de mote a várias iniciativas no seio da Comunidade e Políticas Internacionais (Rita Perdigão, 2010: 17). Foi assim que começou a focalizar-se a relevância do tema “mulheres, paz e segurança”, resultando na Conferência de Nairobi (1985). Na década seguinte, as Nações Unidas passaram a tomar mais em atenção tudo quanto se relacionava com o impacto dos conflitos armados na vida das mulheres. Em consequência desta tomada de consciência, a DAW (Division for the Advancement of Women) e a UNESCO desenvolveram uma série de medidas que pudessem garantir que a questão da paz, das preocupações e expectativas das mulheres figurassem no discurso político do chamado Processo de Pequim.
É, então, devido a esta sucessão de acontecimentos e diligências que as Nações Unidas começaram a olhar para as mulheres, não apenas enquanto vítimas, mas também como elementos essenciais na tomada de decisões. Nesta sequência, é criado o Projecto da UNESCO “Mulheres e Cultura de Paz”, em 1996, tendo como base o pressuposto da igualdade entre homens e mulheres, assim entendido como essencial para a criação de uma cultura de paz sólida e coerente. Um passo deveras importante, consistiu na aprovação da Declaração sobre a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres, em 1993, na qual se passou a ler que as Mulheres constituem um grupo particularmente vulnerável, sobretudo em situação de conflitos armados.
Um outro marco a destacar prende-se com a consagração da violação e da violência sexual, em tempo de guerra, como crimes contra a Humanidade, facto que ocorreu em 1998. Por motivo da comemoração do Dia Internacional da Mulher, em 8 de Março de 2000, o Conselho de Segurança das Nações Unidas emite um comunicado em que declara, pela primeira vez, os contributos prestados pelas mulheres nos processos de construção de paz, salientando que “O acesso igual e a plena participação de mulheres nas estruturas de poder e seu pleno desenvolvimento em todos os esforços para a prevenção e resolução de conflitos são essenciais para a manutenção e promoção de paz e segurança”. As mulheres têm o direito incontestável de estar presentes, “As mulheres não só têm o direito de estar no centro desta agenda, mas, em função do seu papel familiar no período pós-guerra, são geralmente a chave para a reconstrução da paz. Excluí-las e ignorá-las não só corresponde ao afastamento de vastos sectores da sociedade, como também significa a perda de importantes recursos e entendimentos das mais críticas necessidades sociais e económicas” (Rita Perdigão: 2010).
Ainda no ano de 2000, ocorreram outras três iniciativas, da responsabilidade das Nações Unidas, dignas de destaque: em Maio, decorreu o seminário “Mainstreaming a Gender Perspective in Multidimensional Peace Support Operations”, organizado pelo Departamento de Operações de Manutenção de Paz das Nações Unidas, em que se assumiu o compromisso e a necessidade de adoptar e assegurar a igualdade de género em todos os processos de paz; em Junho, realizou-se a 23ª Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas, na qual ressaltou a necessidade de incluir as mulheres em todos os níveis de tomada de decisão nos processos de manutenção e consolidação de paz; a 31 de Outubro, foi adoptada a Resolução 1325, sobre Mulheres, Paz, Segurança e Direitos Humanos, na qual se reforçou a necessidade de adopção da perspectiva do género em todos os processos de prevenção e resolução de conflitos, de consolidação e manutenção e paz, bem como de reconstrução de sociedades levadas a cabo pelas Nações Unidas. (Rita Perdigão: 2010).
Em 02 de Junho de 2008, o Secretário-Geral da NATO, Jaap de Hoop Scheffer, na abertura da ‘Annual Conference on Women in NATO HQ’, manifestou que é essencial a NATO ser uma organização aberta, transparente e moderna, devendo reconhecer e promover a questão do género, reforçando a ideia de que quase um ano depois, em Maio de 2009, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou que a inclusão de mulheres nos processos de paz constitui uma das principais prioridades daquela organização, acrescentando que cada vez mais se demonstra que a presença das mulheres melhora a qualidade dos acordos, assim como a sua implementação. Postulou ainda que, em situações de pós-conflito, a contribuição das mulheres poderá ter um efeito decisivo na reconstrução das comunidades. Por esta ocasião, o Conselho de Segurança das NU expressou a sua preocupação pelo diminuto número de mulheres que integram os processos de paz, reforçando Inês Alberdi, do Fundo de Desenvolvimento da ONU para as mulheres, que apenas 10% dos participantes em negociações formais de paz são mulheres. É neste contexto que as Mulheres começam a assumir um papel mais preponderante nos processos de reconstrução de paz. Começa a assumir-se que durante e após os conflitos, a intervenção das Mulheres na preservação da ordem social, na educação das famílias e sociedades, na promoção de uma cultura de paz nas comunidades e sociedades devastadas por conflitos, é determinante e essencial. Actualmente, a Comunidade Internacional crê que o Papel das Mulheres nos processos de paz é imprescindível. E de facto assim é. Esta relevância assume-se em várias dimensões.
Num Estudo feito nas Nações Unidas, em 2006, sobre a questão do género nas forças militares e policiais, em missões de paz, concluiu-se que a participação das mulheres (militares e polícias) nos processos de paz é necessária porquanto: as mulheres tendem a entender melhor e ser mais sensíveis às necessidades da população local feminina, em que estão a decorrer as operações, assim como, as mulheres da comunidade em processo de construção de paz se sentem mais à vontade para comunicar com outra mulher (do que com um homem); mulheres e meninas que tenham sido vítimas de abusos sexuais, mais facilmente relatam essa situação a outra mulher; as mulheres (militares e policias) tendem a ser mais convincentes em combate; por razões de segurança, é mais fácil serem mulheres militares a procurar as mulheres locais; a presença de mulheres tem-se revelado muito positiva na prevenção de cometimento de crimes sexuais a mulheres e crianças locais, por parte de militares (homens).
Nesta recolha de informação junto das operações de paz, verificou-se também que a presença de mulheres no decorrer destes processos mostra-se igualmente positiva pelo facto de conseguir implementar-se um melhor ambiente de trabalho, camaradagem e relacionamento nas unidades que possuem elementos femininos, assim como se atinge um maior nível de proficiência na comunicação, observação, patrulha e assistência médica, alcançando-se, por isso, um melhor e mais rápido resultado no sucesso da missão que ali os leva.
Da mesma forma, nas comunidades em que se está a trabalhar na reconstrução da paz, a existência de mulheres, de natureza menos autoritária e com métodos de aproximação mais relacionais, facilita a interligação e a comunicação entre os locais e as forças, facilitando, obviamente, o êxito dos objectivos estabelecidos (Brock-Utne, 2000).
Na maioria das organizações das NU, o equilíbrio do género é entendido ainda como uma questão de igualdade das mulheres no emprego. Também muitos governos internos, apenas direccionam as suas políticas de género no sentido de ‘facultar’ mais número de empregos a mulheres. “Uma das características ou consequências do discurso da vulnerabilidade e dos silêncios mantidos pela construção do sistema de guerra é a ausência de análises sobre a presença e os papéis das mulheres nas forças militares”. Mas a questão da igualdade de género vai muito além deste entendimento.
Nos campos de operações, a presença militar feminina tem tido, sem dúvida, um enorme impacto operacional, sobretudo em termos humanitários e de direitos humanos. Há quem considere que a presença de mulheres nos campos de operações confere uma lado mais Humano às missões em curso. Nas palavras de Anders Fogh Rasmussen, a NATO por com ele concordar, tem vindo a seguir o “Code of Behavior for all NATO military personnel”, o que tem permitido aumentar significativamente o número de mulheres no staff da NATO, assim como se tem debruçado cuidadosamente sobre o estudo da questão do género com vista ao sucesso no Teatro de Operações, nomeadamente no caso do Afeganistão. No entanto, reconhece e desafia para a necessidade de se alcançarem três objectivos neste âmbito: 1) saber usar bem o potencial que as mulheres podem trazer ao sucesso das operações de paz, referenciando o caso do Afeganistão, que tem permitido melhorar a eficácia das missões, na protecção da população civil e na protecção da própria força; 2) trabalhar pro-activamente no desenvolvimento das capacidades, no planeamento e treino das operações relativamente às questões do género, relembrando que as forças militares constituem apenas uma parte das respostas de segurança (actualmente no Afeganistão, as operações de manutenção de paz prendem-se mais por acções de ajuda humanitária, desenvolvimento económico e desenvolvimento das instituições governamentais) e que se revela insuficiente, nestas matérias, apostar apenas o aumento do número de militares femininos; e 3) garantir a cooperação e coordenação entre as várias instituições internacionais, nos assuntos relacionados com as mulheres, a paz e a segurança. (Carriço, M. A., 2004).
No mesmo sentido, Angela Aaron, militar feminina que integra a ISAF (International Security and Assistance Force), afirmou que apesar de em algumas forças as mulheres não estarem envolvidas directamente no combate, elas estão preparadas para isso, o que poderá permitir uma influência muito positiva no caso do Afeganistão.
A verdade é que, em diversas situações, as mulheres poderão ter um impacto junto da comunidade que jamais os homens alcançarão.
Exemplo disso é a iniciativa que promoveu a visita de 13 mulheres oficiais afegãs à Nato entre 28 de Fevereiro de 2007 e 1 de Março do mesmo ano, revelando-se um esforço sério de integração as mulheres em todos os níveis da sociedade. Porém, apesar destas inúmeras iniciativas no seio da Comunidade Internacional, que tendem a valorizar a relevância do papel das mulheres no contexto dos processos de operações de paz, a realidade mostra-nos um mundo bem diferente! Muito há ainda a fazer para consolidar a importância do papel das mulheres em sede de processos de manutenção de paz.
Continuamos a ter notícias e informações reveladoras quer da violação constante dos direitos humanos das mulheres, quer da fraca acessibilidade de mulheres em processos de paz, bem como na tomada de decisões desses processos.
Exemplo do que se disse é o facto de 80% dos refugiados e deslocados internos no mundo serem mulheres; 81.5% da população feminina no Afeganistão não têm uma educação formal; 74% das meninas afegãs saem da escola após frequência do quinto ano de escolaridade; dessas meninas, apenas 1% vem de meios rurais; os crimes de violência sexual e violação, durante os conflitos, continuam a ser praticados contra as mulheres. (ANTUNES BAPTISTA, Paulo Luís: 2006).
Não obstante, é um facto que a mulher e o seu papel nos processos de manutenção de paz é hoje um assunto sem retorno. É determinante para o sucesso de qualquer missão a presença de mulheres, civis e militares, nas mais diversas áreas e beneficiando todo o seu potencial.
Os conflitos armados, em particular os conflitos armados contemporâneos, pelas suas novas características, objectivos e tácticas de terror, têm impactos distintos nas vidas de mulheres e homens. No entanto, apenas muito recentemente foi reconhecida esta especificidade, em particular após a Conferência das Nações Unidas sobre Mulheres realizada em Pequim, em 1995. Estes impactos diferenciados traduzem-se em papéis distintos desempenhados e assumidos por mulheres e homens em contextos de conflitos armados e na fase de reconstrução pós-conflito. São vários os exemplos de mulheres que, individual ou colectivamente, contribuem para a consolidação da paz em todo o mundo. Mas são, também, frequentes as vezes em que estes esforços são subestimados, devido, em grande medida, ao seu carácter não convencional ou informal, e por serem considerados extensões naturais das suas ‘tarefas’ de reprodução, confinadas à esfera privada. Apesar de todas as recomendações, declarações e compromissos assumidos em particular pelas Nações Unidas ao longo dos últimos anos, existe ainda um grande fosso entre a retórica e a prática no que diz respeito à consolidação da paz e reconstrução das prioridades do pós-guerra.

2.2. O papel de género
A questão do género tem especial relevância em contextos de guerra e pós-guerra, pois é do conhecimento geral que os conflitos armados têm impactos diversos nos homens e nas mulheres, tendo em conta as suas responsabilidades, actuações e estatutos na sociedade em que ocorrem. Além do mais, no contexto bélico e pós-bélico as adversidades são enormes, sendo que o respeito pelos direitos humanos é muitas vezes escasso, sendo as mulheres e as crianças quem mais sofre.
Na história, os Direitos Humanos relativos às Mulheres têm sido alvo de um sem fim de violações e discriminações ao longo de anos . Muitas vezes as Mulheres têm sido esquecidas e discriminadas. Têm visto os seus direitos serem constantemente violados e desrespeitados. Tal facto, em cenários de conflito e pós-conflito agudiza-se fortemente, produzindo resultados devastadores na vida destas Mulheres e Meninas, que raramente podem contar com o apoio de que necessitam. “Historicamente, as mulheres são vítimas de violência sexual nos períodos de guerra. Especialmente em conflitos étnicos, religiosos ou baseados na identidade das comunidades, as mulheres são vistas como alvos "lícitos". Os seus corpos fazem parte do campo de batalha. Quando as mulheres representam a honra de uma comunidade, a sua violação e gravidez forçada são formas de atingir e destruir essa comunidade. As mulheres são, também, consideradas despojos de guerra para os vencedores”.
Reconhecendo os avanços recentes no sentido de envolver as mulheres na procura da paz, da justiça e da reconciliação, o Conselho de Segurança exortou os países e o sistema das Nações Unidas a alargarem a participação das mulheres na tomada de decisões e a adoptarem medidas concretas para proteger as mulheres e as raparigas contra a violência de género durante os conflitos.
O Conselho manifestou também a sua profunda preocupação pelo facto de a violência de género, em especial a violação, continuar a ser “generalizada” e, em algumas situações, se ter tornado “sistemática”, apesar dos apelos para que as mulheres e as raparigas sejam protegidas.

Na abertura da reunião, na qual intervieram 60 oradores, o Secretário-Geral Ban Ki-moon disse que “há ainda muito a fazer pelas Nações Unidas e os Estados-membros” no sentido de aplicarem as disposições da resolução 1325, uma resolução histórica adoptada pelo Conselho de Segurança em 2000, que salienta a importância de assegurar a participação em pé de igualdade e o pleno envolvimento das mulheres em questões de paz e segurança bem como a necessidade de terem um papel reforçado na tomada de decisões (BREINES, I., 1999).

O Secretário-Geral sublinhou também a necessidade de nomear mais mulheres para posições de chefia nas operações de paz da ONU e lembrou a recente nomeação da Embaixadora Ellen Margrethe Loj, da Dinamarca, para o cargo de Representante Especial para a Libéria. Como chefe de uma das maiores missões de manutenção da paz das Nações Unidas, “será um exemplo excelente do tipo de qualidades que os nossos líderes no terreno precisam de ter”, disse. Salientando a necessidade vital de combater a violência contra as mulheres, que atingiu “proporções abomináveis” e se tornou uma verdadeira “epidemia”, em algumas sociedades em fase de recuperação após um conflito, o Secretário-Geral pediu ao Conselho que criasse um mecanismo encarregado de vigiar a violência contra as mulheres e as raparigas, no quadro da resolução 1325.
Pela sua parte, o Secretário-Geral Adjunto para as Operações de Manutenção da Paz, Jean-Marie Guéhenno, considerou que, em 2007, se registaram avanços significativos no que se refere à contribuição das mulheres para a prevenção e resolução de conflitos bem como para a consolidação da paz. Citou o caso do Haiti, onde 25 mulheres foram eleitas presidentes de câmara nas eleições autárquicas, em comparação com 6 em 2000, nomeadamente graças à formação das candidatas assegurada pela Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH). Saudou também o envio para a Libéria de um contingente de polícia indiano exclusivamente feminino.
O compromisso de aumentar o número de mulheres em cargos de responsabilidade civil e em postos de comando militar e da polícia levou o Secretariado a tomar medidas concretas para identificar mulheres qualificadas, disse. O número de mulheres nomeadas para cargos de responsabilidade civil registou um aumento de 40%, desde Fevereiro, prosseguiu, saudando a nomeação, na semana passada, de Ellen Margrethe Loj e a de Henrietta Mesna-Bonsu como sua adjunta.
Joanne Sandler, Directora Executiva do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), declarou que os avanços em matéria de aplicação da resolução 1325 se mediam pela participação e contribuição das mulheres para os acordos de paz e as estratégias de reconstrução num país numa situação de pós-conflito bem como pela protecção das mulheres e das raparigas nas zonas de conflito e a capacidade de levar a tribunal os autores de crimes e de actos de violência atrozes contra a população feminina (Centro de Notícias da ONU a 23/10/2007).



3. Conclusão
Chegado ao fim da pesquisa concluiu-se que a questão do género tem especial relevância em contextos de guerra e pós-guerra, pois é do conhecimento geral que os conflitos armados têm impactos diversos nos homens e nas mulheres, tendo em conta as suas responsabilidades, actuações e estatutos na sociedade em que ocorrem. Além do mais, no contexto bélico e pós-bélico as adversidades são enormes, sendo que o respeito pelos direitos humanos é muitas vezes escasso, sendo as mulheres e as crianças quem mais sofre.
De frisar ainda que nos campos de operações, a presença militar feminina tem tido, sem dúvida, um enorme impacto operacional, sobretudo em termos humanitários e de direitos humanos. De referir que são vários os exemplos de mulheres que, individual ou colectivamente, contribuem para a consolidação da paz em todo o mundo.

4. Bibliografia
BREINES, I. (1999) – “A Gender Perspective on a Culture of Peace”. In Breines et al. (orgs.) – Towards a Women’sAgenda for a Culture of Peace. Paris: UNESCO.
CARRIÇO, M.A., 2004, Os Novos Desafios Político-Militares da NATO no Afeganistão, Revista Militar, N.º 11 (Novembro 2004).
PERDIGÃO, Rita. O papel das mulheres no processo de manutenção de paz no teatro de operações do Afeganistão, Coimbra. 2010.

ARTE MOCAMBICANA: Pintura, Arquitetura e Escultura



1. Introdução
O presente trabalho com tema “Arte moçambicana”obedecera a seguinte sequência: Arte (definição); Arte Moçambicana; pintura, arquitectura, escultura seguida da conclusão e bibliografia.
De referir que, ao longo da história da humanidade, sucederam-se vários estilos artísticos e, a acompanhar, várias teorias procuram explicar o significado e a finalidade da arte ao longo de séculos, as técnicas e os materiais de produção artística predominantes em cada época histórica.
Sendo assim, podemos definir que Arte é a expressão do Homem através de diferentes manifestações que representam ou interpretam um determinado fenómeno ou situações reais, ou imaginarias, que incidem na sensibilidade humana.


  2. Objectivos
2.1. Geral:
Conhecer a realidade das artes moçambicanas e estudar as artes moçambicanas.

2.2. Específicos
  • Identificar a arte praticada na área rural e urbana de Moçambique;
  •  Caracterizar as obras e os respectivos autores moçambicanos;
  • Demonstrar através de imagens as varias características artísticas
  •  Sistematização e compilação as informações recolhidas das artes.    
 3. Arte    
Ao longo da história da humanidade, sucederam-se vários estilos artísticos e, a acompanhar, várias teorias procuram explicar o significado e a finalidade da arte ao longo de séculos, as técnicas e os materiais de produção artística predominantes em cada época histórica.
Sendo assim, podemos concluir que Arte é a expressão do Homem através de diferentes manifestações que representam ou interpretam um determinado fenómeno ou situações reais, ou imagin­­árias, que incidem na sensibilidade humana.

 3.1. Arte Rupestre




Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, são termos dados às mais antigas representações artísticas conhecidas, as mais antigas datadas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas.
                                        
3.2. Arte Moçambicana
A necessidade de sobrevivência levou o homem a usar a inteligência e as suas mãos para transformar a natureza, criando instrumentos de trabalho, utensílios domésticos, armas e posteriormente criou instrumentos de dança ritual, mascaras, esculturas e outras [pecas que eram usadas na evocação dos deuses.
Actualmente existe pouca literatura acerca da história da arte moçambicana, apesar da sua vastidão e riqueza, sendo de destacar as obras que têm, ao longo dos anos, o património artístico nacional, assim sendo, a pintura, a escultura, a cerâmica e a cestaria são algumas das manifestações artísticas que integram o universo cultural moçambicano.
Algumas contribuições que cada um de nós pode dar ao nível do património podem ser Acções de sensibilização sobre o valor do património, ajudando a identificar elementos do nosso património ainda desconhecidos participando na sua inventariação e em acções de restauro e conservação.
Nos últimos tempos, a actuação do Homem, com o aumento do número de indústrias, o aparecimento de meios de transporte motorizados e a guerra, tem vindo a afectar e a provocar alterações ou até mesmo a destruir este legado, pondo, desta forma, em perigo o património. 

3.2.1. Percurso de alguns artistas moçambicanos
O colonialismo continuava a procurar adaptar-se aos novos tempos. O pensamento imperial cedeu lugar à Nação pluricontinental e multirracial. Com o objectivo de materializar esta política e de alargar a base social de apoio, alguns colonizados, vivendo e trabalhando nas cidades e exercendo as profissões que o colonialismo lhes destinava, foram encorajados pelo governo colonial a receber lições de arte, a aprender técnicas europeias, a tornar-se artistas. Jacob Estevão, Elias Estêvão (1937-1960), Vasco Campira (n.1933), Agostinho Mutemba tiveram aulas com Frederico Ayres, um pintor naturalista que se destacou na pintura de paisagem e na pintura de história. Realizaram exposições em Moçambique e na metrópole, para dar visibilidade à acção civilizadora’ exercida, mas o seu trabalho não foi nunca apreciado de forma independente. Olhados como derivativos e imitativos foi-lhes negada a possibilidade de explorarem individualmente esta experiência. É de notar a influência que exerceram junto de jovens do seu tempo para quem o seu exemplo foi decisivo na escolha que, alguns, mais tarde fizeram embora tenham sido muito poucos os que seguiram o seu género de pintura. Jacob Estêvão (1933-2008) é quem melhor representa o que acabamos de referir. Agostinho Mutemba (n. 1937), menos mediatizado, foi capaz de estabelecer uma relação diferente com o contexto cultural envolvente e prossegue calmamente, ainda hoje, um estilo próprio que tem apreciadores e seguidores. O seu trabalho, embora escapando a esta percepção dominante, não escapa à associação com a ideia de uma África que se mantém ‘no passado’.
Malangatana (1936-2011), um outro jovem colonizado que ambicionava ser artista, começou a desenhar e a pintar nesta mesma época. Preferiu, como me disse, ter lições de arte no Núcleo de Arte onde ensinava João Ayres, um artista moderno que apreciava, e onde se encontravam pessoas que admirava. Pouco depois, no Núcleo de Arte, conheceu Pancho Guedes. Foi um encontro que mudou a sua vida e sobre o qual já muito se escreveu. Malangatana abandonará algum tempo depois o Núcleo de Arte, por conselho do arquitecto, para encontrar um caminho tanto quanto possível livre de influências e a sua carreira seguiu, fruto do seu esforço pessoal e de condicionalismos históricos, um rumo completamente diferente nos anos seguintes. A sua primeira exposição individual aconteceu em 1961. O seu nome passou a ser associado a uma expressão moderna ‘puramente’ africana. Foi considerado ‘um dos primeiros pintores de África’, ‘um pintor natural, autêntico, verdadeiro e sincero’, um pintor em cujo trabalho ‘a composição e a harmonia de cores aconteciam tão naturalmente como as histórias e as visões’. Malangatana estava interessado em ‘mostrar as coisas dos antigos pois era possível ser civilizado sem deixar o que era seu/nosso’.
Na mesma época, um outro jovem, Abdias (n.1940), pintor de automóveis durante o dia, à noite estudante na Escola Industrial, tinha a mesma ambição que Malangatana. Tal como ele expressava-se livremente sobre as suas experiências de vida e sobre a situação que se vivia em Moçambique. Pancho Guedes seleccionou trabalhos dos dois (e de outros três jovens, Mitine Macie, Augusto Naftal e Alberto Mati) para a exposição de arte africana contemporânea integrada no Congresso Internacional de Cultura Africana realizado em Salisbury (actual Harare no Zimbabwe), na então Rodésia do Sul, em 1962.
Ntaluma: nasceu em Nanhagaia, na província de Cabo Delgado. Em 1992 criou, em Maputo, juntamente com um grupo de amigos, a “Favana Grupo de Escultores Makondes”. Começa, em 1994, a ensinar a sua arte e, hoje, a sua reputação espalha-se já pelos quatro cantos do globo.
Silva Dunduro: é outro dos grandes pintores de Moçambique, que se detém a retratar os marginalizados como deficientes, velhos, prostitutas, etc. os seus quadros, de cores vibrantes e de formas vigorosas, reflectem a sua preocupação com a sociedade moçambicana.


4. Pintura
A pintura é a representação que resulta da aplicação de tinta numa superfície. A realização da pintura requer sempre a presença de um suporte de tinta e, se possível, de fixador. Todo o trabalho de pintura caracteriza-se pela presença de cor.
O conceito de pintura vai sendo aperfeiçoado a medida que os tempos passam e de acordo com os ideais. Inicialmente, a pintura estava relacionada com a aplicação ou uso de pigmentos em forma liquida a uma superfície de modo a colori-la. Com o desenvolvimento tecnológico permitiu a elaboração de obras de pintura no computador, sem no entanto recorrer o uso de pigmento em forma líquida.
Ao longo dos tempos, a pintura à óleo algumas das mais importantes obras de pintura, a mesma que também é usada por muitos pintores moçambicanos.
Toda pintura é formada por um meio líquido, chamado médium ou aglutinante, que tem o poder de fixar os pigmentos (meio sólido e indivisível) sobre um suporte.
A escolha dos materiais e técnica adequadas está directamente ligada ao resultado desejado para o trabalho e como se pretende que ele seja entendido. Desta forma, a análise de qualquer obra artística passa pela identificação do suporte e da técnica utilizadas.

A pintura em Moçambique passou por várias fases, das quais mencionamos:
a)      Fase pré-histórica (pinturas rupestres em vários pontos do país):
  •  Pintura rupestre em Manica;
  • Conjunto pictográfico rupestre da serra de Chicolone e Chifumbazi;
  • Os de Riane na província de Nampula.
b)   Fase colonial (anterior a independência): vários artistas abordavam assuntos relacionados com a emergência de uma consciência nacional, como é o caso da pintura de grandes representantes como Malangatana, Chichorro e outros.
c)  Fase da independência: criou-se grandes retratos e murais abordando o contexto social e político. Neste momento surgiram muitos artistas pintando paredes com expressões revolucionárias que estavam espalhadas por todas as paredes, nos locais públicos.
Um dos maiores pintores da época contemporânea é Malangatana Valente Guenha, que alem de pintor, cantava, dançava, escrevia poemas, participava nas pecas teatrais, trabalhava com a cerâmica, a escultura entre outras actividades, passando assim a ser considerado o embondeiro das Artes plásticas de Moçambique.

4.1. Região de Moçambique
A pintura como obra de arte, em Moçambique, é relativamente nova em relação a escultura, pois esta durante muito tempo esteve ligada à pintura corporal, isto é, tinha como suporte ou superfície o corpo humano. As pessoas pintavam o seu corpo com fins rituais ou estéticos - basta lembrar o rosto pintado de mussiro – e assim se representava a pintura que podia incluir todo o corpo.
A pintura como obra de arte começa a enraizar-se em Moçambique de forma pronunciada a partir do século XX, com a imigração de alguns pintores ou descendentes de colonos vindo da Europa (Portugal) ou Ásia (India Portuguesa-Goa), mas é com fundação do Núcleo de Arte da antiga Lourenço Marques, atual Maputo, que se vai popularizar esta arte, chegando a ganhar mais destaque com a entrada de pintores como Malangatana Ngwenya, Jacob e outros.


5. Arquitectura Moçambicana
Arquitectura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. Ou, arquitectura é uma actividade que esta virada para a criação de espaços onde o Homem pode realizar as suas actividades em condições ambientais e visuais adequadas.
A arquitectura é arte porque usa edifícios para transmitir sensações estéticas para além do carácter utilitário que esta desempenha na nossa vida.
Como em qualquer forma visual, a forma arquitectónica é composta por:
  • Superfície, estruturas, textura, cor, materiais, massa que contribuem para marcar e caracterizar um lugar, uma rua, um jardim, uma cidade. A presença da forma arquitectónica num determinado espaço conduz o nosso olhar, procurando percepcionar e sentir o espaço.
Em Moçambique o urbano e o rural são dois países com evoluções próprias, paralelas ou confluentes, mas ainda muito distantes (ou mesmo em distanciamento progressivo...) em termos da expressão de formas diversas de habitar. O camponês, herdeiro das tradições técnicas ancestrais que lhe permitem viver em equilíbrio com o meio ambiente, vai, paulatinamente, integrando nos seus saberes e necessidades outras exigências e outras possibilidades. Mas está ainda longe das mutações culturais que, um dia, o farão urbanizado.

5.1. Arquitectura Tradicional ou Rural Moçambicana
5.1.1. Características da arquitectura tradicional ou popular moçambicana
A arquitectura tradicional ou popular é de estrutura simples, de material natural geralmente existentes nas comunidades rurais.
O conhecimento técnico desta arte obedece os princípios culturais de formação dos seus construtores baseados na transmissão de geração em geração, o que as habilidades e capacidades para construções, são transmitidos de avo para o pai, para filho até às gerações posteriores.
A arquitectura tradicional moçambicana existe ao longo do território nacional de modo particular no campo, por outras palavras, podemos afirmar que esta arquitectura é tipicamente campestre pôs com o desenvolvimento industrial as matérias naturais (palha, capim, barro, madeira, etc) anteriormente usados, foram sendo substituídos pelas matérias industrialmente produzidas (cimento, azulejos, tijolos, chapas de zinco, etc.) dando lugar ao surgimento das cidades no nosso país.
Esta arquitectura possui várias características das quais se destacam as seguintes:
  •  Planta circular de cobertura cónica;

Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)
  •  Planta quadrangular de cobertura piramidal a quatro águas.


Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)
  • Planta rectangular com cobertura a uma ou duas águas.

Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)
A técnica de construção usada e mais conhecida é a técnica tradicional mas podemos também chamar a técnica de pau-a-pique, aquela que implica uma construção à base de material natural (bambu) ou varas entrecruzadas, posteriormente “maticadas” o que significa cobertas de barro ou com arreia, para se compor as paredes da casa.

5.2. Arquitectura urbana e suas características

Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)
Arquitectura Urbana caracteriza-se por integrar áreas   tradicionais  da Arquitectura, mas  de uma forma geral não praticada em conjunto: Planejamento, Avaliação e Controle, Gestão Pública, Desenho Urbano, Transporte, Geotécnica, Saneamento e Meio Ambiente,  procurando acompanhar o avanço tecnológico e incorporando novas técnicas e procedimentos operacionais de Planejamento, Concepção e Produção, ao controle da qualidade ambiental das cidades e territórios, no Máximo possível usando a sinergia da dinâmica do desenvolvimento na produção e registo da cidade, apoiando e se beneficiando da economia de mercado para a produção da infra-estrutura      social.

Em nossa forma de actuação, procura mos desenvolver e criar opções criativas, não convencionais, aos conceitos de cada empreendimento s públicos ou privados em seu aspecto institucional e técnico, normalmente com soluções inovadoras. Em significativas oportunidades, nossa participação se iniciou no apoio ao cliente, na procura de soluções alternativas a estudos e projectos, muitos dos quais, em fase adiantada de desenvolvimento, quando por nossa analise e sugestões , trocou-se de partido para um mais interessante e a custos menores, obtendo melhor retorno social e económico.
 

6. Escultura
Escultura Ntaluma
 
             
Fonte: http://www.google.co.mz/imgres?q=escultura+mocambicana&sa=X&biw=1366bih
Escultura é uma expressão artística que se fundamenta na criação de objectos tridimensionais. Alargando o campo estético da pintura, que tem um carácter eminentemente visual (embora, durante a última centúria tenha conhecido notável incremento das dimensões sensoriais), a escultura adiciona a percepção táctil e as sensações de matéria, volume, peso e espaço. Estas características permitem aproximá-la da arquitectura, verificando-se que em muitas culturas era corrente a associação de esculturas com as estruturas arquitectónicas.
A escultura tradicional pode classificar-se de exenta (quando tem a forma de estátua de vulto redondo) e de relevo (adossada a um plano de suporte) - neste caso com as subclassificações de baixo-relevo    ou   alto-relevo.
Pode elaborar-se aplicando vários processos.
  • Entalhe também designado por cinzelado, um processo subtractivo que se baseia na eliminação de matéria a um bloco de maneira a obter-se a forma pretendida.
  • Michelangelo constitui um dos expoentes máximos desta técnica de trabalho.
Embora seja mais frequente o uso de pedra, nomeadamente do mármore, é também possível o emprego de madeira ou de outros materiais mais raros, como o marfim. Tanto as esculturas em madeira como as de pedra são muitas vezes policromadas.
  • o modelado, feito com materiais brandos como cera ou argila. Devido à fragilidade do resultado, o modelado usa-se sobretudo para esbocetos e estudos preliminares ou ainda como base de criação de moldes para estátuas executadas  com        metais    fundidos.
A fundição de esculturas, com utilização de moldes remonta à pré-história.

6.1. Escultura Maconde
É um tipo de arte escultórica surgido na província de Cabo Delgado, em Moçambique, que ao longo dos tempos se estendeu por todo o território nacional.
Esta cultura revela grande domínio da técnica do trabalho em madeira mas também grande poder de criação artística, representando animais e seres humanos, normalmente em actividades do dia-a-dia da sociedade.
Em muitas das suas criações, embora procurando partida configuração de tronco de arvore, compõe outras formas fazendo a combinação de cores da parte interna e externa do tronco escolhido.
Na escultura maconde existe dois estilos mais usados, que são:
  •  Shetani: aquela que apresenta figuras fantásticas ou do mundo imaginário.

  • Ujamaa: aquela que apresenta esculturas com rigor técnico de representação anatómica, isto é, respeita as formas naturais para representar os seres humanos, assim como os seres animais.


7. Conclusão
Este trabalho é resultado uma investigação profunda realizada pelo grupo.
O grupo concluiu que a abordagem deste tema ajuda aos estudantes, na interacção com o arte no sentido real e favorece o desenvolvimento de capacidades e habilidades dos mesmos.
Com este trabalho pretendemos que todos os estudantes se sinta mais aptos para abrir ou posicionar sua visão artística.
Deste modo, está aberto o espaço de sugestões e criticas para o seu melhoramento.